quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"Não basta o compromisso... Vale mais o coração!"

Sabe aqueles dias que tudo está lindo?
Que NADA, acredite, nada estragaria, nem ninguém.
Acordei com um beijo de bom dia, e levantei absolutamente feliz.
As coisas se encaixam, sabe.
Tipo, consegui prazo pra escrever a monografia, me entender com o namorado, ir no rock in rio no dia do Muse e The Offspring, voltar viva do Rio de Janeiro(rsrs), entrar na dieta, malhar com compromisso e pensar com mais leveza.
E hoje, acordei feliz, felicidade sem motivo mesmo. Estar feliz por estar feliz, por ter casa, comida, pais, amigos, namorado, amor, e tudo mais de bom nessa vida.
E pra reafirmar que tô feliz e ninguém estraga, logo de manhã recebi um e-mail mega mal educado, e fui super educada, e amável, e por incrível que pareça, a pessoa me respondeu com educação.
Então, acreditei, com coração, que o amor gera amor, e a educação gera a educação e por aí vai.
"Gentileza, gera gentileza."
Bem verdade.
Eu normalmente questiono as coisas.
Então, acredito, que esse lance de fazer o bem, é ter o bem de volta é TUDO verdade. 
Tô tentando ser melhor, até na hora dos pensamentos tô me policiando.
Pretendo me resolver, eu e o meu eu interior.
Mas acho que o meu querido namorado é quem mais tem me ajudado.
Tipo, todo mundo tem defeitos, e alguém que diz que te ama, mesmo convivendo com eles, pô, é pra valorizar, amar com tudo.
E fico pensando, não é o namoro, o status que me prende à ele, é o sentimento mesmo. Eu amo, sem medidas, e fico pensando, caraca, tenho muuuuita sorte por ter alguém que me aceita e me ama, mesmo eu sendo chata e bocuda como eu sou.
Meu melhor amigo que me lembra sempre destas coisas, haha, é amigo né?! Acaba fazendo isso.
Mas o legal mesmo do meu relacionamento, é a amizade, é a possibilidade de falar sem medo as coisas. Eu, não penso em mentir, nem enganar, nem lubridiar, só consigo falar a verdade, e isso é tão, mas tão renovador. Não que nos outros relacionamentos eu não havia feito isso, mas o retorno deste é absurdamente diferente.
Mas, o amor, pelo próximo, pelos animais, pela natureza, pela vida, é uma coisa que nem dá pra definir, é só algo bom mesmo, algo divino.
Eu escutando a cigarra cantar, dá uma saudade de casa, da maresia, e me lembro de como eu amo as férias! Haha
Ah.. as férias que me aguarde!

1º de Julho - Cássia Eller

terça-feira, 3 de setembro de 2013

"Get up, stand up: stand up for your rights! Get up, stand up: don't give up the fight!"

Olha, em plena terça o bagulho já está doido.
Eu já tive uns ataques de stress, tipo, tenho isso sozinha, com o meu eu lírico, minha cabeça começa a não funcionar, eu fico correndo contra o tempo e não consigo desacelerar, ou seja, fico a beira de um ataque.
Não, nem é meu estágio, é a porra da monografia e a semana de prova do último período da faculdade(se DEUS quiser!), mas a minha chefe querendo as coisas tipo pra mês passado, tá me fodendo também.
Veja bem, nem 3 pares de sapatos junto com uma bolsa verde bandeira cheia de franjas me fariam feliz, nem chocolate, nem almoçar no Camarão & Cia, nem ganhar um celular novo. Porra nenhuma me faria feliz, exceto ir pra Angra e dormir linda e morena na minha cama e ainda de quebra acordar e dar de cara com o meu pai fazendo café. Na moral, era só o que eu queria.
Tá, infantil da minha parte, pode até ser, mas pouco me importa, o melhor lugar do mundo é de quem te dá moral, e no meu caso é a casa dos meus pais, onde eu me sinto segura, tipo, meu mundinho, lá é onde encontro meus amigos de adolescencia e não fico estressada nem quando é pra ficar, porque sempre tem uma piada besta do meu papis.
E o mais engraçado é que em momentos como este, quero fazer uma tatoo, colocar um piercing, ficar ruiva, perder 30 kilos, como se fosse mudar algo né? ¬¬
Só idéia de cabeçudo.
Bem, eu preciso estudar, escrever a monografia e emagrecer 20 kilos.
Tudo muito fácil, tudo que depende de mim. Principalmente o lance de perder os 20 kilos. 
Haha.
Claro, se eu tivesse um namorado que ao invés de inventar o que comer, me chamasse pra ir na academia.
Tá, eu também estou estressada com o meu namorado.
Tô com ódio da balança.
E da coordenadora das monografias.
Eu queria ser rica, magra e loira pra não ter que me preocupar com mais nada.
Tá, tem gente com MUITO mais problemas que eu, ACREDITO, porém não excluem os que ficam gritando na minha cabeça.
Falando nisso, tô na onda de fazer serviço social, não porque geral fala que é bonito, porque é preciso mesmo. Muita gente vivendo mal, e muita gente tapando os olhos pra isso, e se enfiando na igreja procurando a tal salvação ao invez de ajudar o próximo. Porque ajudar o próximo é lindo na teoria né? Vai na prática? Puta merda, lembrei de um episódio no qual socorri um senhor que vendia algodão-doce, que estava em crise de asma, carreguei ele até o hospital, eu achei que ele ia desmaiar, na moral, e NINGUÉM que estava na rua, que estava no ponto (CHEIO DE GENTE!) fez porra nenhuma. Tipo, foi eu, tentando conversar com ele, tentando acalmá-lo. Quando entreguei ele lá, sentei e chorei, em estado de choque de ver tanta gente fazendo cara feia, MUITA gente que tem o hábito de não faltar uma missa ou que não larga a bíblia pra cima e pra baixo.
Então, tenho pensado, por estas e muitas outras que já assisti, em ajudar outras pessoas, as vezes ajuda até a passar as minhas crises de estresse. Acredito que ajude.
Vou começar doando roupas que nem uso, sapatos que nem uso, e depois indo uma hora pra pelo menos conversar com os velhinhos no asilo ou em uma casa de menores sem lar.
É o que tenho pensado.
Bem, tenho que estudar, o trabalho acabou, mas amanhã, como sempre tem mais.

Get Up Stand Up - Bob Marley



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"Quando eu te vi fechar a porta eu pensei em me atirar pela janela do 8º andar..."

E chega a sexta com uma rapidez louca.
Eu ando tão ansiosa, é tanta coisa em espaço curto de tempo.
Mas eu sou ansiosa, estou mais apenas.
Ontem fiquei olhando pro meu namorado, um tempão, pensando, quantas e quantas vezes eu pensei em nunca mais ficar com alguém, ainda mais depois do namorado fdp que me chifrou. 
E pensei, graças a Deus as pessoas são diferentes né.
Tipo, existem todos os tipos de pessoas nesse mundo, não é porque você se fodeu com um, que todos são escrotos.
Uns são mais, outros são menos, outros nem são, uns tentão ser.
Quando eu fiquei solteira depois de tanto tempo namorando eu pensei que NUNCA mais ia gostar de alguém, e me enganei.
Meu namoro não é um mar de rosas, mas qual é?
Relacionamento, qualquer que ele seja, é uma viajem malandro!
A arte de morar com outra pessoas, com outro universo, com gostos e opiniões divergentes, é tarefa árdua.
De conviver com outras pessoas em qualquer lugar. Mas haja paciência!
Não só no meu namoro, eu me irrito com uma facilidade tremenda com outros humanos.
Muitas vezes até prefiro a companhia só da Judi e da Pretovisk.
Mas eu sou esquisita mesmo.
Haha.
Lembrei da célebre frase, "de médico e louco todo mundo tem um pouco". Mais pura verdade.
Eu tenho mais de louco do que de médico.
Quanta besteira! Hahaha.
Me dei conta que escrever em um lugar que você não divulga é não se preocupar em o que escrever.
Ninguém vai ler.
É só escrever e não ocupar os ouvidos dos amigos.
E eu nem sou muito boa em falar dos meus problemas, porque eu realmente NÃO consigo falar.
Tipo, travadona.
O gato come a minha língua.
Então, me lembrei do meu blog tão esquecido e resolvi a escrever, e tenho vontade de escrever TUDO o tempo todo.
Bem, é mais barato que terapia né?!
E olha, ando pensado em fazer cada vez mais.
Principalmente quando no meio de algum diálogo me vejo colocando as mãos no pescoço da pessoa e esganando-a. 
Hahahahaha...
Lembrei do Homer Simpson.
Mas isso tem acontecido com menos frequência.
Começou meu fim de semana.
;*

Oitavo andar (uma canção sobre o amor) - Clarice Falcão

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Oh, I miss the comfort of this house. Where we are, where we are..."

Ah, tem dias mais difíceis que os outros.
Eu sinto falta de ter a tal família tradicional.
Pai, mãe, irmão todos na mesma casa dividindo o mesmo teto, brigando e se amando.
Não que a minha família seja ruim, looonge disso.
Meus avós me criaram com o maior do mundo.
Como falar disso e não chorar?!
Mas como um amigo de adolescência dizia - é tipo, você contra o mundo.
Sinto falta de alguém me lembrando que eu vou conseguir, como vejo minhas tias fazendo com as filhas e mãe de amigos fazendo por eles.
É que as vezes sinto de um colo mesmo.
Não que meus avós não torçam por mim, sei que torcem, de coração.
Sempre acreditam mais em mim do que eu mesmo.
Mas em dias difíceis ter alguém lembrando que se não der certo deve tentar novamente, e que não estamos sozinhos neste mundo que quase sempre é injusto.
Queria que a minha mãe se desse conta disso, mas ela está sempre ocupada com os outros filhos do outro casamento.
E não, eu não sei pedir carinho, atenção e essas coisas.
Desde que me conheço por gente, o mais próximo que tive disso, de ter alguém que se desse tudo errado, pra dar uns berros e mandar erguer a cabeça, foi meu tio mais novo que sempre foi como um irmão, hoje em dia casado esperando o primeiro filho nascer.
Aí, em dias difíceis longe de casa, com monografia, contas pra pagar, tempo pequeno, se sentir sozinho é quase questão de tempo
Não, amigos e namorado não suprem atenção de mãe e pai.
Meu pai, ahhh, eu nem imagino se está vivo ou morto, e na moral, na idade em que estou, não faz diferença.
As vezes fico esperando minha mãe me ligar, tipo só pra saber se estou viva.
Engraçado, que ela diz pros meus avós que eu sou muito dependente, aí me pergunto, de quem?
Desde que me dei conta que o mundo era mundo, eu sempre soube que era sozinha.
Que só posso depender de mim, meus avós são velhos, e a lei da natureza ninguém para.
Sei que acontece o mesmo com os pais, mas não com tanta rapidez.
Amo tanto os meus avós, e penso, se não tivessem eles? Eu estaria como? Nem Deus sabe. Mas garanto, que estava mal.
Por isso penso milhares de vezes que tenho que me virar, sentindo falta ou não.
Carente de colo ou não.
Só tenho a mim.
Seja o que Deus quiser.

Lakehouse - Of monsters and men

terça-feira, 27 de agosto de 2013

"Give it all you got You got to never, never, never stop Never, never"

O sumário preliminar da monografia foi para a orientadora, e ela já me respondeu.
O bom, o ótimo, o maravilhoso mesmo foi a convicção que ela me respondeu que estou no caminho certo.
Puta merda.
Olha, a satisfação é bem grande.
Então hoje de manhã voltei a escrever, não escrevi muito, mas tô com umas coisas na cabeça.
Parei agora depois de uma triagem nos processos físicos que chegaram na última carga, tá rolando uma música e um bom astral.
Esperando minha lista de processos virtuais chegarem e fazendo atendimento de balcão, e na moral, só aparece figura.
 E achei que nunca poderia ficar tão satisfeita por hoje ainda ser terça.
E por saber o que escrever.
O meu tema é a criança e o adolescente, a proteção integral preconizada no artigo 227 da CF/88 e a realidade.
O nome da monografia é bonito graças a um colega de sala.
Eu nem tenho criatividade pra essas coisas.
Bem, vou voltar pra monografia.


Start me up - The Rolling Stones

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

"Quem tá na linha de frente não pode amarelar .."

Começo a segunda, muito bem por sinal.
A minha monografia em passos medianos.
Acho que em uma semana termino.
Na verdade, tenho que terminar em uma semana.
A presentação dela vai ser dia 18/09.
E eu comecei a escrever ontem. Detalhe, só isso.
A minha orientadora é uma santa. Do tipo que tem paciência de Jó. E eu enrolada que só. Puta merda. Como pude deixar rolar assim.
Assim, fiquei dedicada na prova da Ordem, quase, mas quase passei. Não fiz os tais recursos, não que eu não queira mais passar, mas tipo, tenho que me formar, depois penso nessa barreira.
Pelo menos, eu, bonita, consegui começar a entender mais ou menos que caminho trilhar.
Pretendo escrever mais coisas amanhã de manhã e mandar pra orientadora pra  me dizer o que mais terei que fazer, ou mudar ou desfazer.
Bem, neste fim de facul, tem taaanta coisa pra se fazer e nem dá pra ter medo ou coisa parecida. Tem que chegar junto e meter as caras.
Dia 14 é dia do show do Muse, no Rock in Rio, e eu por graça divina, consegui comprar 2 ingressos.
Bem, eu deveria dedicar esse dia a monografia?
Talvez, mas tô tentando resolver antes meu povo, pra que não dê merda nos próximos 25 dias.
Nesse meio termo ainda tenho a semana de provas, que por um lapso eu NÃO sei quando começa. Mas sei que tá pra começar.
Tô mais perdida que cego em tiroteio.
Mas me dei conta que sempre estou.
Haha.
Acho que por isso a insônia me persegue, eu penso tanto e faço quase tudo, e o que eu não faço, me tira o sono.
Eu, juro que hoje eu só queria um cineminha. 
Graças a Deus neste último semestre não tenho aula nas segundas, mas tenho NPJ. ¬¬
É o horário que tinham né. Escolhi, mas é bom ir na faculdade todos os dias (cof cof).
Meu fim de semana foi de quase um marasmo total.
Tirando a cervejinha no sábado com o meu irmão e um amigo dele.
Pelo menos descontrai.
Domingo queimei todos os neurônios sobreviventes das tintas loiras que eu mantive na cabeça neste anos.
E pretendo usá-los mais e mais.
Tive a ligeira impressão que ando com preguiça de entender as coisas como antes.
Antes queria saber de tudo, hoje as vezes passa pela minha cabeça que já sei o suficiente.
Não, não sei.
Tenho lido coisas, entendido coisas que me enchem de graça.
Como me faz falta o Albert, um amigo que mora longe. Mas que era tão bom conversar, sempre me indicava algo divino. Sempre vinha com uma conversa interessante.
Conversando com uma amiga, chegamos a mesma conclusão, que hoje em dia, estamos acostumados a sermos simpáticos e só conversamos as futilidades que a maioria gosta pra não ser um anti social.
E quando nos damos conta, não falamos de coisas bacanas.
Só quando estamos com um ou outro menos alienado.
Bizarro isso.
Tinha o hábito na adolescência evitar estes assuntos, conversar sobre música, teatro, política, religião, gibi, notícias, o mundo, a evolução da vida.
Sobre TUDO, menos futilidade.
Não tô aguentando falar da novela ou de futebol mais não (não que eu não gosto de futebol).
Mas só isso.
Ah, para.
Saudade daquela rebeldia de não ter que se socializar pra agradar e nem se preocupar com isso.
Se vestir do jeito que quiser.
Ser o que quiser(não que eu não seja...).
Enfim.
Vamos que vamos.
Porque o tempo ruge e a sapucaí é grande(já que falei de novela.. haha).

Linha de frente - Criolo

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

"Tira o sapato Deu comida pro gato Ele não lava os pratos há dias São quatro degraus Não repare o caos Amanhã é sábado"


E esse fim de semana vai ser dedicado ao que tem me tirado o sono, a monografia.
Mais tarde, faculdade e academia.
Tenho que me formar.
Tenho que perder os kilos que ganhei durante esse namoro.
Tenho ficado na bad por causa disso.
Minha auto-estima tá uma droga.
Tenho trilhões de roupas que coloco e faço careta.
Na verdade queria ter trilhões de roupas.
Haha.
E me pergunto como deixei chegar a esse ponto.
Na moral.
Má alimentação, conjugado com namoro e sedentarismo é sinônimo de uma garota gorda que não cabe em nada legal, de bochechas que escondem os olhos já pequenos e braços gordos de um hipopótamo.
Aí o namoro por ventura termina(não que eu queira isso), eu tô encalhada pra sempre.
Porra, só de pensar nisso me dá um desespero.
Tipo, eu já tô velha.
Dizem que mulheres independentes dão medo.
Imagina ser os dois, independente e feia.
Olha, é bom meu namoro melhorar. haha.
Falando nisso, acho que as coisas vão melhorar. Conversas são sempre boas, por mais que eu tenho essa falta de vontade de conversar.
Não sei o que acontece comigo.
Eu tô puta, eu tô magoada, o gato come a minha língua e o meu cérebro começa a trabalhar numa maneira louca, e o meu paladar grita por nicotina.
Bizarro.
Enfim.
Sexta e a monografia.
Sexta e o namorado.
Sexta e a Judite.
Sexta.

Chalala - Blubell